Segunda-feira, Junho 26, 2006

Grande!

Ontem, grande vitória de Portugal frente à Holanda. Portugal está nos quartos de final do campeonato do mundo. Um jogo destes merecia um árbitro melhorzinho. Mas enfim. É pena jogar contra os ingleses sem o Deco, e, possivelmente, sem o Cristiano Ronaldo. Ficam a descansar para o jogo das meias-finais.



Não há nada como um bom sumo de laranja para refrescar!

Quinta-feira, Junho 22, 2006

Esplendorar é preciso

Ora aí está: Portugal está no clube dos nove pontecos. Atenção! O clube dos nove pontecos não é para todos. Até agora só Portugal e a Alemanha lá chegaram. De fora ficaram Inglaterra, Argentina e Holanda. Este é, sem dúvida, um feito que levanta o esplendor do nosso Portugal. A defesa da nossa selecção é que preocupa. Mas, enfim, o tempo é de festa! E com a confiança que o clube dos nove pontecos nos dá, vamos lá esplendorar outra vez— que venha a Holanda e força Portugal.

Quarta-feira, Junho 21, 2006

sono indegna

I have not blogged since a while, because of my PhD commitments. My phD is still a mess. Actually, I am not sure I am going to get it. So tonight I decided to relax, while Nuno watches football.

I am back, very briefly, just to tell that in italy we hold a referendum, next sunday-monday, to approve - or disapprove - a Constitutional reform wanted by il Nano da Giardino (leggi Berlusconi). The Constitutional reform is actually the killing act of our Constitution, which in my opinion works quite well, is still the best in the world, is modern, and what needs most is simply to be applied. Moreover, Berlusconi's was not a reform based on shared views. In such circumstance, a bit of institutional decency would call at least for a certain convergence between political forces, as both are expression of nearly half of the country.

So, before the political election il Nano said "io non posso credere che gli italiani siano cosi coglioni da votare contro il loro interesse".

Adesso, con la usuale estrema finezza, il Nano dice che "chi non vota "si" non è degno di essere italiano".

Insomma, oltre che cogliona sono anche indegna, I am a double indegna, because I bought a flight to Italy specifically to vote "no" at the referendum.

This website-blog is very funny, there is still someone out there that feels humoristic in face of the tragedy of italian political and social life (as exemplified by the current scandals):
http://sonounindegno.splinder.com/

Sexta-feira, Junho 16, 2006

So far...

Em tempo de Mundial de futebol, a minha vida é deliciosamente rotineira: do inevitável trabalho diário para as emoções que emergem do pequeno ecrã. O futebol, já se sabe, é um fenómeno global, e num mundial não interessa apenas o jogo em si, mas também tudo aquilo que o rodeia. Bom exemplo disso, é o nosso Portugal-Angola.

Até agora, duas selecções estiveram em grande nível: a Argentina que venceu a excelente Costa do Marfim, e a Itália que venceu o não menos valente Gana. Demonstraram uma grande consistência defensiva e jogadores capazes de decidir uma partida. Mas, acima de tudo, demonstraram um colectivo, uma equipa propriamente dita. Ao contrário do Brasil, que demonstrou no primeiro jogo ser apenas um grupo de individuos muito dotados, mas muito pouco equipa. Mas a fortuna do Brasil é que tem do seu lado os mais dotados. E foi através de um destes, Káká, que o Brasil decidiu a seu primeira partida deste mundial. A Inglaterra continua sem convencer, e o ingleses, quase histéricos, esperam e desesperam por Wayne Rooney que no último jogo lá deu um arzinho da sua graça.

Portugal demonstrou, muito esporadicamente, alguns pormenores interessantes. Provou-se apenas um trago do elegante jogo fluído, de passes curtos, dribles e bola no chão que caracteriza a selecção Portuguesa. No resto do Portugal-Angola, os jogadores portugueses não mais se conseguiram libertar, a equipa raramente apereceu — peso histórico, mérito de Angola ou nervosismo e ansiedade da estreia?

Sobre o mundial futebol vão se escrevendo bonitas crónicas, como estas duas do Miguel Esteves Cardoso, aqui e aqui, e esta da Ana Sá Lopes.